As vibrações da bobina de voz de um alto -falante criam ruídos distinguíveis através de uma combinação de fatores:
1.
Frequência de vibração: A bobina de voz se move para frente e para trás em uma frequência correspondente ao sinal de áudio. Diferentes frequências correspondem a diferentes arremessos. Um sinal de alta frequência faz com que a bobina vibre rapidamente, resultando em um som agudo, enquanto um sinal de baixa frequência produz vibrações lentas e um som baixo.
2.
amplitude de vibração: A força ou intensidade da vibração, determinada pela amplitude do sinal de áudio, corresponde ao volume do som. Uma amplitude maior significa uma vibração mais forte e um som mais alto.
3.
forma de onda de vibração: A forma da vibração ao longo do tempo, descrita pela forma de onda do sinal de áudio, determina o timbre ou a qualidade do som. Diferentes instrumentos e vozes têm formas de onda exclusivas, que são traduzidas para os movimentos do cone do falante. Uma onda senoidal produz um tom puro, enquanto formas de onda complexas (como as de uma guitarra ou uma voz) criam sons ricos e diferenciados porque contêm várias frequências em amplitudes variadas.
4. Interação do cone com o ar: O movimento da bobina de voz é transferido para o cone do alto -falante. As vibrações do cone empurram e puxam as moléculas de ar circundante, criando ondas de pressão que se propagam para fora como som. O tamanho, a forma e o material do cone influenciam a eficiência com que converte as vibrações da bobina em ondas sonoras. Diferentes materiais e projetos de cone alteram a resposta do timbre e a frequência do som.
Em essência, a bobina de voz atua como um transdutor, convertendo sinais elétricos (representando o som) em vibrações mecânicas. O cone do alto -falante atua como um segundo transdutor, convertendo essas vibrações mecânicas em ondas sonoras audíveis. As características específicas do sinal elétrico e as propriedades físicas do próprio alto -falante determinam o tom, o volume e o timbre do som resultante.