A principal diferença está na maneira como uma câmera e uma captura de olhos e luzes de processo:
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Câmera: Uma câmera usa um sensor que está constantemente acumulando luz. Se o sensor fosse constantemente exposto à luz, a imagem seria completamente superexposta e embaçada. O obturador atua como um portão controlado, permitindo que a luz atinja o sensor apenas por um período de tempo medido com precisão. Isso permite a criação de uma imagem nítida e adequadamente exposta. Pense nisso como tirar um instantâneo - um breve momento capturado.
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olho: O olho, por outro lado, emprega um sistema muito mais sofisticado e dinâmico. A retina, contendo células fotorreceptoras (hastes e cones), processa constantemente sinais de luz. No entanto, o processamento do olho não é simplesmente um acúmulo contínuo; em vez de:
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Iris: A íris atua como um diafragma, ajustando o tamanho da pupila para controlar a quantidade de luz que entra no olho. Isso é análogo para ajustar a abertura em uma câmera.
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Adaptação de fotorreceptores: As próprias células fotorreceptoras podem se adaptar a níveis de luz variados. Eles ajustam sua sensibilidade para impedir a saturação ou subexposição. Isso é muito mais complexo que um simples obturador. Eles essencialmente se "redefiniram" continuamente.
* Processamento neural: O cérebro processa continuamente as informações recebidas da retina, filtrando o ruído e interpretando a entrada visual. Este é um processo constante e dinâmico. Imagine um fluxo de vídeo sendo constantemente processado em vez de uma imagem estática.
Em suma, uma câmera precisa de um obturador porque seu sensor é um receptor passivo de luz que precisa de um mecanismo para controlar o tempo de exposição. O olho, com seus componentes ativos e adaptativos, não requer um obturador mecânico para obter um resultado semelhante, porque seus componentes biológicos gerenciam dinamicamente a exposição à luz e o processamento de imagem de uma maneira muito mais complexa.