Os professores acham os telefones irritantes na sala de aula por várias razões, muitas vezes se resumindo até a interrupção e a interferência no aprendizado:
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Distração: Telefones constantemente ping com notificações, textos e chamadas, afastando a atenção dos alunos da lição e interrompendo o fluxo de instrução. Mesmo que um aluno não esteja usando ativamente o telefone, a mera presença pode ser uma fonte de distração para si e seus colegas de classe.
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trapaça: Os telefones fornecem fácil acesso às informações, tornando simples para os alunos trairem testes, testes e tarefas. Isso prejudica a integridade das avaliações e impede os professores de avaliar com precisão a compreensão dos alunos.
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Desrespeito: O uso de telefones durante a aula pode ser percebido como desrespeitoso com o professor e outros alunos. Ele mostra uma falta de engajamento e desrespeito ao ambiente de aprendizagem.
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Desafios de gerenciamento da sala de aula: Gerenciar o uso de telefone pode ser um dreno significativo no tempo e na energia de um professor. Lidar constantemente com o uso do telefone tira o valioso tempo de instrução.
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Preocupações de segurança: Algumas escolas têm políticas que restringem o uso de telefone devido a preocupações sobre o cyberbullying, conteúdo inadequado e potencial de fotografia/videografia sem consentimento.
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Tempo de aprendizado perdido: O efeito cumulativo de interrupções breves, mas frequentes do uso do telefone, pode impactar significativamente a experiência geral de aprendizado para o aluno e a turma como um todo.
Em suma, os professores não são necessariamente contra os próprios telefones, mas contra seu impacto disruptivo e prejudicial no processo de aprendizagem e no ambiente da sala de aula. Eles vêem os telefones como ferramentas que, na sala de aula, são mais frequentemente usados para impedir o aprendizado do que aprimorá -lo.