A vigilância policial é a observação sistemática de indivíduos, grupos ou locais por agências policiais. Seu objetivo é normalmente coletar informações, investigar crimes, prevenir o crime ou monitorar indivíduos ou grupos suspeitos. Esta observação pode assumir muitas formas, incluindo:
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vigilância física: Isso envolve a observação direta de uma pessoa ou local, geralmente por oficiais disfarçados ou através do uso de auxílios visuais como binóculos ou câmeras. Isso pode variar de simplesmente seguir alguém até a criação de posts de observação estática.
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vigilância eletrônica: Isso usa a tecnologia para monitorar indivíduos ou locais sem presença física direta. Os exemplos incluem escutas telefônicas (ouvindo chamadas telefônicas), rastreamento de GPS, mineração de dados de atividades on -line e uso de drones ou câmeras de CCTV.
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Redes de informantes: A aplicação da lei depende de informantes (indivíduos que fornecem informações em troca de benefícios ou para evitar a acusação) para reunir inteligência.
A legalidade e a ética da vigilância policial são complexas e variam entre jurisdições. Muitas vezes, existem requisitos legais para mandados, causa provável e supervisão para evitar abusos de poder. As preocupações com violações de privacidade, o perfil racial e o potencial de liberdade de expressão são frequentemente levantadas em debates sobre práticas de vigilância policial.