Os vulcanologistas usam câmeras infravermelhas para detectar e medir as assinaturas de calor associadas à atividade vulcânica. Isso lhes permite:
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Monitorar alterações de temperatura: Detectar aumentos na temperatura do solo que podem preceder uma erupção. Isso é especialmente útil para identificar áreas de movimento de magma sob a superfície.
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Localize anomalias térmicas: Ponto de áreas de calor incomumente alto, indicando possíveis aberturas de aberturas, fissuras ou fluxos de lava, mesmo que sejam obscurecidos pela vegetação ou escuridão.
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Avalie as características do fluxo de lava: Meça a temperatura dos fluxos de lava para entender sua viscosidade e riscos potenciais. Os fluxos mais quentes de lava geralmente se movem mais rápido.
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Rastrear emissões de gás: Embora não medam diretamente o próprio gás, as câmeras infravermelhas podem detectar o calor liberado por certos gases vulcânicos enquanto escapam, dando uma indicação de taxas de desgaseificação.
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Estude os lagos da cratera: Monitore a temperatura dos lagos da cratera, que pode ser altamente ácida e potencialmente perigosa. Alterações na temperatura podem sinalizar maior atividade vulcânica.
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Melhorar a previsão da erupção: Ao combinar dados térmicos com outras técnicas de monitoramento (atividade sísmica, emissões de gás, deformação do solo), os vulcanologistas podem construir modelos mais precisos para prever erupções.
Em resumo, as câmeras infravermelhas fornecem uma ferramenta valiosa e não invasiva para que as mudanças térmicas de detecção remotamente associadas aos vulcões, melhorando a compreensão dos processos vulcânicos e aumentando a avaliação de riscos.